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Metadata

%0 Conference Proceedings
%4 sid.inpe.br/sergio/2004/09.27.10.21
%2 sid.inpe.br/sergio/2004/09.27.10.21.18
%T Interferometria Sar (Bandas X E P) na estimativa de biomassa florestal
%D 2004
%A Santos, João Roberto dos,
%A Neeff, Till,
%A Araujo, Luciana Spinelli de,
%A Gama, Fábio Furlan,
%A Dutra, Luciano Vieira,
%A Sousa Júnior, Manoel de Araujo,
%@affiliation INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais -
%@affiliation University of Freiburg - Germany
%@affiliation ESALQ Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Pós-Graduação em Ecologia de,
%@affiliation AgroEcossistemas
%@affiliation
%@affiliation
%B Simpósio de Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação, 1.
%C Recife
%8 1-3 de setembro
%S Anais
%1 Departamento de Engenharia Cartográfica-DECat Programa de Pos-Graduação em Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação-PPGCGTG
%K VEGETACAO, Floresta Nacional do Tapajós (PA), interferometria, biomassa, radar de abertura sintética (SAR), Modelo Digital de Elevação (DEM), loresta tropical, inventário, modelagem.
%X A técnica de interferometria derivada de dados na faixa de microondas permite obter informações adicionais sobre a estrutura tri-dimensional dos alvos na imagem e vem sendo empregada em mapeamento de larga escala e monitoramento florestal. Uma missão científica aerotransportada foi executada na região da Floresta Nacional do Tapajós (PA), provendo dados SAR (radar de abertura sintética) em bandas X e P. No procedimento metodológico, uma vez realizadas as correções geométrica e radiométrica das imagens SAR, valores de retroespalhamento em determinada polarização foram extraídos e combinados com um modelo de altura interferométrica para estabelecer a relação estatística com a biomassa florestal. O pulso-radar em frequência da banda P penetra na estrutura da floresta, atingindo a superficie do solo, podendo ser utilizado para a geração de um Modelo Digital de Elevação (DEM) por interferometria. O pulso-radar em banda X, por sua vez, é rebatido pelo dossel, refletindo o topo da floresta o que permite gerar um Modelo Digital de Superfície (DSM). A diferença entre os dois modelos representa a altura da cobertura vegetal, cuja imagem resultante é aplicada para gerar um mapeamento temático com a espacialização das variações de biomassa. Um melhor modelo de biomassa foi definido [biomass = 44.965 + 13.887 × h int + 10.556 × σ°HH], buscando estabelecer uma predição desejável, tendo como suporte informações inventariadas em campo e o emprego de equações alométricas específicas. Os dados SAR foram tratados por técnica de segmentação de imagens, baseada em algoritmo de crescimento de regiões por critério hierárquico, para dar suporte a aplicação desse modelo de biomassa, pois o delineamento de cada polígono foi considerado como unidade de paisagem homogênea com características biofísicas próprias, permitindo assim, um mapeamento das variações de biomassa encontradas na área investigada.
%@language en
%3 interferometria SAR.pdf


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